
Apesar de rara, essa doença exige atenção logo nos primeiros sinais de sangramento, para evitar futuras complicações  toda gestação deve ser encarada sempre com muita seriedade, até o momento do parto, mesmo porque alguns incômodos podem aparecer exatamente na reta final . Apesar de ser relativamente raro, os casos de placenta prévia, ocorre nas últimas doze semanas da gravidez e, estatisticamente, em uma a cada 200 gestações.
O posicionamento inadequado da placenta pode provocar sangramentos, afetando a oxigenação do feto e colocando-o em perigo. Como se sabe, a placenta envolve o bebê e começa a se desenvolver logo após a implantação do zigoto na parede uterina. è através dela que o cordão umbilical faz circular o sangue da gestante, possibilitando que os nutrientes cheguem ao nenê, além de impedir que impurezas o afetem.
Dessa maneira, é fácil notar a importância da funcionalidade e da atuação dela. A placenta prévia pode ser marginal (24% dos casos), parcial (29% dos casos) ou total (47% dos casos). Na prévia total, a implantação da placenta encobre a entrada do colo do útero, impedindo que o bebê nasça por meio do parto normal. Esses casos são muito frequentes em gestantes que já fizeram cesárea ou cirurgia de mioma, e em usuárias de cocaÃna.
Já a parcial ou baixa, ocorre quando o crescimento do útero faz que a placenta se afaste do colo, adquirindo uma localização normal. Em ambos os casos, se houver sangramento o re4pouso é fundamental.
